sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O CRIME NO RESTAURANTE VELUDO

Fachada do Restaurante Veludo - Praia de Atalaia.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 6.697 - 28/01/1981.



José Nunes - Veludo.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 6.697 - 28/01/1981.



No dia 28 de janeiro de 1981, o comerciante José Nunes, mais conhecido por "Veludo" foi assassinado com 30 tiros de revólveres 38 e um rifle 22, quando se preparava para fechar o seu estabelecimento comercial. Ele era proprietário do famoso "Restaurante Veludo" na Praia de Atalaia. Segundo testemunhas, foram 03 os criminosos que praticaram este crime. Um deles chegou, momentos antes do crime, a entrar no Restaurante para comprar cigarros e logo após, os assassinos entraram no Restaurante e descobriram "Veludo" no escritório. Veludo mesmo atingido conseguiu sair do Restaurante em direção à sua casa, mas os assassinos os seguiram e efetuaram mais disparos. Veludo chegou a ser levado ao Hospital das Clínicas Augusto Leite (Hospital Cirurgia), mas chegou sem vida. Meses antes do acontecido, Veludo tinha passado 40 dias na UTI do Hospital das Clínicas, em decorrência de uma explosão de botijões de gás. Sua esposa não resistiu aos ferimentos e faleceu.
Segundo Renan Tavares, Delegado à época do crime, Veludo tinha sido assassinado por vingança. Tempos depois, através das investigações, descobriu-se que o mandante fora um fazendeiro e o crime tinha sido causado por disputa de terras situadas no Povoado Sapé em Itaporanga D' Ajuda.
Os pistoleiros, que foram presos, receberam a quantia de CR$ 150.000,00 pelo serviço.

17 comentários:

Anônimo disse...

Interessante o blog, parabéns,adoro essas materias sobre crimes na cidade.

Gilmar de Oliveira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gilmar de Oliveira disse...

Legal o seu blog!

Anônimo disse...

Muito legal!!! esse tipo de matéria. vcs tem algo que fale sobre fenômenos paranormais aqui??? Lembro que quando criança falavam sobre uma mulher loira que aparecia e seduzia os homens, algo assim...

acacia fontes disse...

entrei por acaso, mas adorei as materias e fotos. temos que guardar as lembranças de nossa historia.
acacia fontes

Unknown disse...

Gostei o bastante deste blog trouxe muita coisa do passado nota 1000

Unknown disse...

Gostei o bastante deste blog trouxe muita coisa do passado nota 1000

César Garção disse...

Quando eu era garoto as pessoas comentavam muito desse crime. Mas o que falavam é que o assassinato de Veludo foi um crime passional,pois este era muito mulherengo.

Unknown disse...

Até hoje não sabe o motivo
Queima de arquivo na certa

Amarildo disse...

Lembro muito bem, eu trabalhava na Fcia e drogaria Nossa Senhora do Carmo!!

Unknown disse...

Ele era meu avô pena que nunca conheci

Anônimo disse...

30 tiros?? Cada assassino tinha duas armas ...

Unknown disse...

Estive no Restaurante Veludo em 1978 ou 1979. Era muito bom e animadissimo! Estavamos a trabalho em Aracaju e aproveitamos uma folguinha.

Edgard Duarte disse...

Sou de Aracaju, nascido no Hospital e Maternidade do Cirurgia. Gostaria de ver aqui postado algo sobre os "loucos" de Aracaju.

Anônimo disse...

Seria bom mesmo ! Todo mundo sabe quem foi e o motivo! Aquela velha estória : em briga de branco preto não se mete.

Anônimo disse...

Nessa época eu trabalhava em 81 foi a pior sena da minha vida foi muito triste a monte do viludo

Luiza Moreaux Mattos disse...

Quer dizer roubou os produtos do CAFAR, postou um vídeo no Instagram confessando o roubo que você cometeu junto com a Nátalie Tavares Delgado e a Livia Maria Portela Terra, depois que o vídeo vazou no X (antigo Twitter):

https://x.com/Anonimofarmacia/status/1999918231201677383

Você falou que não roubou os produtos do CAFAR, você apenas pegou as coisas sem a autorização dos outros para gravar um vídeo irônico, pegar as coisas sem a autorização dos outros é roubar, depois que o seu vídeo viralizou, você se arrependeu de ter roubado e resolveu devolver as coisas que você roubou, ter devolvido as coisas que você roubou não muda o fato que você roubou as coisas do CAFAR. Você deveria ser expulsa da UFRJ e ser presa já que roubo é crime, mas você faz farmácia na UFRJ e a coordenação da farmácia resolveu fechar os olhos para o seu roubo.

Se você morasse aqui na rua e roubasse alguma coisa, os traficantes já iriam mandar você subir para a boca de fumo, resolver o seu roubo lá na boca de fumo, aqui na minha rua funciona um ferro velho clandestino que fornece material para os traficantes fazerem barricada. Aqui na minha rua ladra não tem vez.