quarta-feira, 6 de outubro de 2010

FOTOGRAFIA: O ANTES E O DEPOIS


Portuário de Aracaju.


Rua da Aurora - 1890 - Atual Av. Ivo do Prado.


Jardim Olimpio Campos - 1907.

Antes - Rua Itaporanga - 1940.
Foto: Arquivo Fotográfico Verador Narcizo Machado.





Depois - Rua Itaporanga esquina com Av. Pedro Calazans.
Foto: José de Oliveira. B. Filho.




Antes - Rua Geru esquina com Rua Itabaianinha.
Foto: Arcevo Fotográfico Vereador Narcizo Machado.




Depois - Rua Geru esquina com Rua Itabaianinha.
Foto: José de Oliveira B. Filho.



Antes - Av. Pedro Calazans esquina com Rua Laranjeiras.
Década de 70.
Foto: Arquivo pessoal José de Oliveira B. Filho.



Depois - Avenida Pedro Calazans esquina com a Rua Laranjeiras.
Foto: José de Oliveira B. Filho.



Antes - Avenida João Ribeiro - 1936.
Foto: Arquivo Vereador Narciso Machado.



Depois - Avenida Simeão Sobral esquina com Av. João Ribeiro.
Foto: José de Oliveira B. Filho.




A fotografia não possui um único inventor. Ela foi criada em momentos distintos da História, inicialmente com a descoberta da "Câmara Escura", cujo princípio ótico é atribuído ao chinês Mo Tzu no século V a.C. Na Grécia antiga o filósofo Aristóteles (384-322 a.C.) teceu comentários acerca da "Câmara Obscura". Com o aperfeiçoamento da "Câmara Escura" o Oficial da Marinha francesa, Joseph Nicéphore Niépce (1765-1833), criou o processo de gravação de uma imagem com a luz solar. Ele obteve a imagem do quintal de sua casa, a qual foi considerada a primeira fotografia permanente do mundo. Esse processo foi batizado de Heliografia. Mas, foi com Louis Mandé Daguerre (1787-1851), com a invenção da Daguerreotipia (1839), que a fotografia tomou um maior impulso. Esse processo garantia uma maior durabilidade à imagem.
No Brasil, em 1830, o francês Antoine Hercules Romuald Florence, tendo a necessidade de uma Oficina Impresora inventou a "Polygraphie". Segundo anotações em seu diário, em 1832 ele descobriu um processo fotográfico de reprodução com o auxílio da luz solar, que chamou de "Photographie", anos antes da invenção de Daguerre.
Em Aracaju, segundo Luiz Antonio Barreto, a Fotografia tem notícia com as imagens colhidas em 1870 pelo Barão Homem de Melo e os Cartões Postais em preto e branco editados pelas Óticas Santana, Santa Luzia e a Casa Amador.


Através das fotos temos a oportunidade de comparar a evolução de determinados ambientes tais como ruas, praças, prédios, paisagens, etc., o chamado "antes e depois".
Mais informações sobre a origem da Fotografia: http://www.cotianet.com.br/

4 comentários:

herlandson disse...

Parabéns pelo excelente trabalho de vcs.esse blog enriquece o conhecimeto de quem o acompanha ... sou um apaixonado pela história da minha terra e fico impressionado com essas fotos, valeu mesmo !!!!

Anônimo disse...

Muito bom mesmo!

Gostaria que fosse narado em fotos a história da polícia militar de sergipe e quem sabe depois do Corpo do Bombeiros...

TÃNIA M.DA C. MENESES SILVA disse...

Sinto-me emocionada de tal forma que não consigo expressar tudo o que senti ao observar todas as páginas deste blog. Sou nascida na Rua Laranjeiras e vivi muitos momentos que encontrei aqui registrados. Ah, se fosse possível voltar no tempo! Parabéns a todos.

milton disse...

Se nós pudéssemos viajar no túnel do tempo, aquelas amigas e aqueles amores, beijinhos, ahhh!!! Vesti uuma calça de linho naqueles idos de 1959, quando fosse a noite de sexta-feira e sábado, dar uma volta pelo centro do começo av. João Ribeiro e saborear uma cerveja de casco verde, q beleza. No domingo, uma Atalaia quase selvagem, um carangueijo, no dizer do pai João Alves prefeito: "carangueijo gordo" e uma cerveja. As molecas oriundas das buates da rua da frente e amorzinho ali mesmo, claro, uma Atalaia despovoada. É o dizer de Murilo Mellins no seu livro Aracaju como vi e vivi: "é uma saudade q corroi o coração da gente".