sábado, 17 de outubro de 2009

CLUB SPORTIVO SERGIPE - 100 ANOS DE HISTÓRIA (1909-2009)





Sergipe Bicampeão Sergipano - 1984-1985.


Clube Esportivo Sergipe - Campeão Sergipano 1974.

Clube Esportico Sergipe - Campeão Estadual 1970.
http://www.asmilcamisas.wordpress.com/


Baile de Carnaval no Club Sportivo Sergipe - 1938.
BARRETO, Armando. Cadastro industrial, comercial, agrícola e informativo de Sergipe - 1938.



Clube Sportivo Sergipe - Time que venceu o Sport Clube Brasil da Bahia.
Revista Renascença - 1935.



Antiga Sede do Club Sportivo Sergipe - Avenida Ivo do Prado.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 4.339 - 29/01/1971.





O Clube Sportivo Sergipe está comemorando 100 anos de existência. Ele foi fundado em 17 de outubro de 1909, inicialmente dedicado aos esportes náuticos, um Clube de Regatas. Em janeiro de 1910 foi batizado o 1º barco do Clube, o barco "NEREIDA". O Clube sagrou-se campeão na primeira disputa Náutica, realizada em 11 de junho de 1910.
A Sede do Clube, de início modesta, foi inaugurada em 08 de janeiro de 1911, no Bairro Fundição, na atual Avenida Ivo do Prado, nas imediações do Monumento a Joaquim Inácio Barbosa.
O Clube foi Campeão Sergipano de remo nos anos 1911, 1913, 1916, 1919, 1922, 1929, 1939, 1940, 1941, 1942, 1943, 1944 e 1946. A partir de 1950, o Campeonato Oficial não mais foi disputado.
Em 1916 surgia o futebol do Club Sportivo Sergipe, com treinos em um campinho da Praça Pinheiro Machado, atual Praça Tobias Barreto.
No Futebol amador o Clube foi Campeão Sergipano nos anos 1922,1924, 1927, 1928, 1929, 1932, 1933, 1937, 1940, 1943 e 1955.
Já no Futebol Profissional, o Clube foi Campeão Sergipano nos anos 1961, 1964, 1967, 1970, 1971, 1972, 1974, 1975, 1982, 1984, 1985, 1989, 1991, 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1999, 200 e 2003. O Club Sportivo Sergipe conquistou diversas vitórias em partidas realizadas em outros estados.


PARABÉNS!

domingo, 11 de outubro de 2009

BRASÃO DE ARACAJU


Brasão de Aracaju - Lei nº 6 de 27/01/1955.

O BRAZÃO DE ARACAJU


Reuniu-se, a 27 de dezembro, no Gabinete do Exmo. Sr. Prefeito Municipal, às 15:30 horas, a Comissão julgadora do Concurso para o Brazão de Aracaju, a fim de proferir a sua decisão final, em face do empate verificado entre os candidatos José Apóstolo de Oliveira Neto e Florival Santos.
A Comissão Julgadora, sob a Presidência do Dr. Jorge Campos Maynard, D.D. Prefeito da Capital, compôs-se dos seguintes membros: Dr. Felte Bezerra, Presidente da Academia Sergipana de Letras, Des. Enoch Santiago, Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe e Sr. Eliézer Leopoldino de Santana, Presidente da Associação Sergipana de Imprensa.
Por unanimidade foi escolhido o Brazão de autoria de Florival Santos, por achar a Comissão que os seus símbolos identificadores da cidade de Aracaju são mais expressivos: produção extrativa de sal e produção agrícola de côco.
É a seguinte a monografia histórico-alegórica do Brazão da cidade do Aracaju, aprovada pela Comissão Julgadora:

INSÍGNIAS - Coroa mural, com cinco torres douradas, que testifica ser de Capital.

TENENTES - Dois hipocampos dourados, assentes no listel de azul, significando porto fluvial.

BRAZÃO DE ARMAS - Escudo esquartelado.


Primeiro campo, de ouro, com uma cruz de vermelho (símbolo da fé cristã do povo aracajuano).
Segundo Campo, de azul, com salinas prateadas (produção extrativa de sal, uma das fontes de sua economia).
Terceiro campo, azul com um coqueiro prateado (principal produção agrícola do município, na sua vida econômica).
Quarto campo, dourado com roda dentada de vermelho (evolução do trabalho através dos tempos).


LEMA - PAX ET LABOR - em letras de ouro, sobre o listel azul.


Tem assim, a cidade de Aracaju, para comemorar a passagem de seu primeiro Centenário, o seu Brasão, símbolo heráldico de seu povo, de sua fé, de suas atividades.


Texto extraído da Revista de Aracaju - 1957, nr. 06.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

HOTEL PALACE DE ARACAJU

Chafariz da Praça General Valadão e ao fundo o Hotel Palace de Aracaju.
http://www.produtomercadolivre.com.br/


Hotel Palace de Aracaju e o Edifício Estado de Sergipe - Vista aérea.




Hotel Palace de Aracaju - Fachada.
http://www.iaracaju.infonet.com.br/.


Hotel Palace de Aracaju.
http://www.antiguidadecolecoeseartes.blogspot.com/



Anúncio do Hotel Palace de Aracaju.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa - 1963.



Hotel Palace de Aracaju.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa - 1963.



Convite para a inauguração do Hotel Palace de Aracaju.
Jornal Correio de Aracaju nr. 6.721 - 09/05/1962.



Hotel Palace de Aracaju em construção.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 2.799 - 04/05/1962.




Planta do Hotel Palace de Aracaju - Fachada.
Projeto: Engenheiro Rafael Grimaldi.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa nr. 04 - 1961.




Planta do Hotel Palace de Aracaju - Fundos.
Projeto: Engenheiro Rafael Grimaldi
Revista da Associação Sergipana de Imprensa nr. 04 - 1961.




Antigo Quartel do 28º BC - Praça General Valadão.
http://www.iaracaju.infonet.com.br/




Antigo Quartel do 28º BC - Praça General Valadão.
http://www.iaracaju.infonet.com.br/


O Hotel Palace de Aracaju, situado à Praça General Valadão, localizado na região central da Cidade, foi inaugurado em 24/06/1962, no Governo de Luiz Garcia, sendo na época, considerado o mais moderno e luxuoso hotel de Aracaju. Antes, porém, no local onde foi construído, funcionou o antigo Quartel do 28º BC.
Com um projeto moderno de Rafael Grimaldi, o Hotel possuía em sua parte térrea 19 lojas e na parte superior 71 apartamentos de alto padrão, com serviço internacional, piscina, barbearia, restaurante, boate e bar, que veio suprir a deficiência hoteleira de então, e que por durante muitos anos acolheu turistas e personalidades que por aqui estiveram.
Com o passar dos anos, a expansão da Cidade para a zona sul e a construção de hotéis ao longo da Praia de Atalaia, o Hotel Palace de Aracaju foi perdendo a sua importância. Infelizmente está parcialmente abandonado, à espera de uma solução por parte do Governo Estadual, quanto ao seu destino.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

CONJUNTO GOVERNADOR AUGUSTO FRANCO

Foto aérea - Conjunto Governador Augusto Franco.
MACHADO, Ewerton Vieira. Aracaju: Paisagens e Fetiches - Abordagens sobre seu crescimento urbano - Dissertação de Mestrado, 1989.



Vista parcial do Conjunto Governador Augusto Franco.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 6.910 -15/10/1981.






Aspecto da inauguração do Conjunto Governador Augusto Franco.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.065 - 23/04/1982.




Vice Presidente da República Aureliano Chaves e Governador Augusto Franco.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.065 - 23/04/1982.






Inauguração do Conjunto Governador Augusto Franco.
Corte da Fita Simbólica pelo Vice Presidente da República Aureliano Chaves.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.065 - 23/04/1982.





Propaganda do Governo do Estado - Conjunto Governador Augusto Franco, a Adutora do Rio São Francisco, Vice Presidente Aureliano Chaves e o Governador Augusto Franco.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.065 - 23/04/1982.





Convite da Inauguração do Conjunto Governador Augusto Franco.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.064 - 22/04/1982.





Apartamentos em construção.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 6.910 - 15/10/1981.




Casas em construção.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 6.910 - 15/10/1981.





O Conjunto Governador Augusto Franco foi a maior obra relacionada a habitação em Sergipe. Em seu Projeto original, constava a construção de 4.510 unidades habitacionais, sendo 3.374 casas e 1.136 apartamentos em blocos de 04 pavimentos com 02 apartamentos por andar, tudo isso construído em uma área de aproximadamente 200.000m². A área total onde o Conjunto foi instalado é de 1.400.000m². No Projeto constava também a construção de 03km de canais, 10km de vias pavimentadas e equipamento comunitário constando de: 03 Escolas de 1º grau, 01 de 2º grau, Centro Social Urbano, Creche, 01 Mercado Setorial, 01 Posto de Saúde, 01 Delegacia de Polícia, diversas Praças e Quadras para a prática de esportes.
Foi inaugurado com muita festa no dia 22/04/1982, contando com a presença do Vice Presidente da República Aureliano Chaves.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

ESTAÇÃO RODOVIÁRIA GOVERNADOR LUIZ GARCIA


Estação Rodoviária - Aspecto interno.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 5.574 -15/11/1976.


Placa de Inauguração - Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia.
Foto: José de Oliveira B. Filho






Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia.
Inaugurada em 31.01.1962.




Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia - Aspecto externo.
Cartão Postal - Paraná-Cart. - Fotografia: José Kalkbrenner Fº.




Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia - Aspecto externo.
Cartão Postal - Foto: Autor desconhecido.




Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia - Plataforma Embarque/Desembarque.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 5.408 - 16/17/04/1976.




Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia - Aspecto externo.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 5.416 - 28/04/1976.





Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia - Obra em conclusão.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa - 1961 nº 04.




Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia - Em construção.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa - 1961 nº 04.




Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia - Em construção.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa -1960 nº 03.





Planta da Estação Rodoviária.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa - 1960 nº 3.





Governador Luiz Garcia.
BARRETO, Luiz Antônio. Personalidades Sergipanas. Aracaju: Typografia Editorial, 2007.





Leandro Maciel.
BARRETO, Luiz Antônio. Personalidades Sergipanas. Aracaju: Typografia Editorial, 2007.





Desmanche do Morro do Bonfim - 1956.
MELINS, Murillo. Aracaju romântica que vi e vivi anos 40 e 50 3ed. Aracaju:Unit, 2007.





Desmanche do Morro do Bonfim - 1956.
MELINS, Murillo. Aracaju romântica que vi e vivi anos 40 e 50 3ed. Aracaju: Unit, 2007.





A Estação Rodoviária Governador Luiz Garcia, popularmente conhecida como Rodoviária Velha, teve sua construção iniciada no governo de Leandro Maciel (1955-1959) e inaugurada no dia 31/03/1962, no Governo de Luiz Garcia(1959-1962), em um local onde antes existia um grande morro de areia, o Morro do Bonfim. A respeito disso, Luiz Antônio Barreto comenta:
-"E assim, obra a obra, Aracaju tomou corpo nas várias direções do seu território. Uma delas, porém, no Centro comercial, no coração mesmo da cidade, mudou completamente o traçado urbano de Aracaju: o desmonte do Morro do Bonfim, imensa duna que se espalhava por várias ruas, impedindo o agenciamento urbanístico. A grande obra foi feita no Governo de Leandro Maciel (1955-1959) e foi acompanhada, diariamente, por parte da população, e particularmente pelas crianças e jovens que faziam da duna uma diversão permanente.
As areias do Morro do Bonfim estão distribuídas por muitos lugares da cidade, aterrando os charcos, nivelando os terrenos, erguendo novas áreas residenciais, como foi o caso do Bairro Brasília, entre o Santo Antônio e o Industrial, nome que homenageou a nova capital do Brasil, construída, à época, no planalto central. Os córregos e mangues que impediam, muitas vezes, a passagem das pessoas, entre os bairros Industrial e Santo Antônio, cederam lugar às ruas e avenidas que surgiram com os aterros. Mais do que retirar de sua paisagem um morro inconveniente, Aracaju ganhou um novo bairro, justo como presente do Centenário.
O desmonte do Morro do Bonfim criou várias alternativas para a urbanização do centro comercial e das ruas centrais: Vitória (avenida Carlos Burlamaqui), Bonfim (avenida Sete de Setembro, antes Nobre de Lacerda, Getúlio Vargas) Divina Pastora, Capela, Geru, Lagarto, Santo Amaro, Itabaianinha. Nivelado, o terreno foi imediatamente ocupado, com diversas construções que foram logo incorporadas ao traçado da cidade. No Governo seguinte, de Luiz Garcia (1959-1962), foi construída a Estação Rodoviária, moderno prédio com linhas que lembravam Brasília, disciplinando o trânsito dos ônibus entre o interior do Estado e a capital. A Estação Rodoviária, que recebeu o nome de Governador Luiz Garcia, serve hoje de terminal suburbano, sendo substituído em suas funções originais pelo Terminal Rodoviário Governador José Rollemberg Leite, outra obra estadual feita no segundo Governo de José Rollemberg Leite (1975-1979).
O terreno onde existiu o Morro do Bonfim, mesmo com as construções que surgiram, serviu para a montagem de circos, dentre eles o de Zé Bezerra, circo mambembe, de forte apelo popular. No local também costumavam fazer parada noturna os caminhões que traziam carga do interior. Aos poucos novos prédios, como o do INAMPS, o do IAPC, muitas casas nas várias ruas limítrofes com a grande duna, e ordenamento do tráfego por toda aquela área, modificando a vida do centro da cidade. O desmonte do Morro do Bonfim representou, sem dúvida, a maior intervenção da engenharia no centro urbano de Aracaju".


BARRETO, Luiz Antônio. Personalidades Sergipanas. Aracaju: Typografia Editorial, 2007.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O BAIRRO INDUSTRIAL

Vista aérea do Bairro Industrial - 1950.



Vista aérea da Fábrica Confiança e a Vila Operária.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa nº 1 - 1949.





Policlínica Operária Sabino Ribeiro - Fábrica Confiança.=
Revista da Associação Sergipana de Imprensa nº 1 - 1949.





Coronel Sabino José Ribeiro.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa nº 1 - 1949.





Parque Sergipe Industrial.




Thales Ferraz - Engenheiro Têxtil - Fábrica Sergipe Industrial.






Construção da Ponte ligando o Bairro Industrial ao Centro de Aracaju.
Jornal Gazeta de Sergipe nº 4.682 - 23/12/1974.





Construção da Ponte ligando o Bairro Industrial ao Centro de Aracaju.
Jornal Gazeta de Sergipe nº 4.682 - 23/12/1974.





Construção da ponte ligando o Bairro Industrial ao Centro de Aracaju.
Jornal Gazeta de Sergipe nº 4.682 - 23/12/1974.




Quiosque na Praia do Tecido.
CHAVES, Rubens Sabino Ribeiro. Aracaju pra onde você vai? Aracaju: Edição do Autor, 2004.






Zeppelin sobrevoando o Bairro Industrial.
CHAVES, Rubens Sabino Ribeiro. Aracaju pra onde você vai? Aracaju: Edição do Autor, 2004.





Praia do Tecido.
CHAVES, Rubens Sabino Ribeiro. Aracaju pra onde você vai? Aracaju:Edição do Autor, 2004.



Rua Caiça - Casas e Vilas - Bairro Industrial.
CHAVES, Rubens Sabino Ribeiro. Aracaju pra onde você vai? Aracaju: Edição do Autor, 2004.





Vila Operária - Fábrica Confiança.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa nº 1 - 1949.




Fábrica Confiança.
BARRETO, Armando. Cadastro industrial, comercial, agrícola e informativo de Sergipe - 1938.





Fábrica Confiança.
SILVA,Clodomir. Albúm de Sergipe - 1820-1920.




Fábrica Sergipe Industrial.
Acervo Instituto Tobias Barreto de Educação e Cultura.




Fábrica Sergipe Industrial - 1884.
BARRETO, Armando.Cadastro industrial, comercial, agrícola e informativo de Sergipe - 1938.






Inauguração do Bairro Siqueira de Menezes - 20.12.1913.
Revista de Aracaju nº - 1943.




O Bairro Industrial visto do Morro do Urubu.





Nos primeiros anos da Cidade de Aracaju, a localidade onde se encontra o atual Bairro Industrial era chamada de Maçaranduba. Com o tempo passou a chamar-se Chica Chaves, que segundo Fernando Porto, era uma senhora muito relacionada na sociedade aracajuana, proprietária e residente num sítio na parte norte da cidade, que era bastante frequentado por pessoas de destaque. Com a chegada das Fábricas de Tecido, Sergipe Industrial em 1884 e Confiança em 1907, tornou-se conhecido como Bairro Industrial. Ficou conhecido também como O Tecido. Em 20.12.1913, no governo do General Siqueira de Menezes, o nome foi mudado para Bairro Siqueira de Menezes. O nome não vingou e a população voltou a chamar de Bairro Industrial.
A Fábrica Sergipe Industrial foi criada em 15 de fevereiro de 1882 por João Rodrigues. Com sua morte passou a ser administrada em 1884 por Thomaz Cruz(Família Cruz), José Augusto Ferraz e seu filho Thales Ferraz, Engenheiro Têxtil formado em Manchester, Inglaterra. Thalez Ferraz criou e manteve uma grande área de lazer para os operários e sua famílias, denominado Parque Sergipe Industrial, o qual possuía cinema e teatro, além de palco para apresentações musicais.
A Fábrica Confiança, fundada em 18 de outubro de 1907 pelo Coronel Sabino José Ribeiro, foi a segunda do Setor Têxtil em Aracaju. Sob o nome de Ribeiro Chaves & Cia., a Fábrica possibilitou a concessão de benefícios sociais aos operários e familiares como: casas (Vila Operária), assistência médica(Policlínica Operária Sabino Ribeiro), creches e uma Associação Desportiva.