quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O CARNAVAL EM ARACAJU


Foliões com a tradicional Mortalha.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 5.654 - 21/02/1977.


Calhambeque.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 5.654 - 21/02/1977.



Calhambeque.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 5.654 - 21/02/1977.



Cartaz da Associação Atlética - Carnaval de 1984.
Jornal de Sergipe nº 1.679 - 03/03/1984.






Iate Clube de Aracaju.
Tema do Carnaval de 1984 - As Mil e Uma Noites.
Jornal Gazeta de Sergipe nº 7.599 - 03/03/1984.






Cotinguiba Esporte Clube.
Tema do Carnaval de 1984 - No Reino das Águas Marinhas.
Animação: Orquestra Unidos em Ritmo - Estância.
Jornal Gazeta de Sergipe nº 7.599 - 03/03/1984.




Praça do Povo - Clube do Povo.
Jornal da Cidade nº 3.646 - 08/03/1984.






Praça do Povo - Em frente ao Palácio Olimpio Campos.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.294 - 08.02.1983.


Foliões na Praça do Povo.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.294 - 08/02/1983.





Calhambeque "Boca-Louca".
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 8.488 - 21/02/1987.





Carreta com foliões vestindo a tradicional "Mortalha".
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 5.654 - 21/02/1977.




Trio Elétrico.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.294 - 08/02/1983.





Baile de Carnaval no Iate Clube de Aracaju - 1975.
CHAVES, Rubens Sabino Ribeiro. Aracaju pra onde você vai? Edição do Autor, 2004.





Coroação da Rainha do Carnaval - Paladinos Democráticos - 1938.
Sede da Associação dos Empregados do Comércio.
BARRETO, Armando. Cadastro industrial, comercial, agrícola e informativo de Sergipe, 1938.





Baile de Carnaval no Clube Sportivo Sergipe - 1938.
BARRETO, Armando. Cadastro industrial, comercial, agrícola e informativo de Sergipe, 1938.




Paladinos Democráticos - 1937.
www.iaracaju.infonet.com.br/serigysite




Carro Alegórico do Bloco Papai Sacode - Formado por operários da Fábrica Sergipe Industrial - 1932.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.017 - 21 a 24/02/1982.




Desfile de Carros Alegóricos - Av. Barão de Maruim - 1932.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.017 - 21 a 24/02/1982.



Neste ano vimos renascer em alguns bairros de Aracaju o chamado "Carnaval de rua", aquele em que os foliões se reunem, formam blocos e saem cantando, pulando e espalhando alegria. Ultimamente o Précaju(Prévia Carnavalesca) vem sendo a única opção para os foliões aracajuanos. Mas nem sempre foi assim. Aracaju já teve bons carnavais de rua e em clubes. os primeiros Blocos de que se tem notícia foram o Mercuriano(Azul e branco) e o Cardovínico(Vermelho e branco), ambos criados em 1895. Outros Blocos surgiram, tais como Filhos de Baco, Arranca, Paladinos Democráticos e os Legionários de Sergipe. Não podemos esquecer do Corso, que era o desfile de carros abertos e enfeitados, que em 1928 ganhou um roteiro oficial pelas ruas de Aracaju.
A respeito do Carnaval, Murillo Melins, no seu livro Aracaju Romântica que vi e vivi - anos 40 e 50, nos informa que " O carnaval de Aracaju era precedido por batalhas de confetes na praça Fausto Cardoso, rua João Pessoa, Atalaia e pelos bailes pré-carnavalescos nos clubes da cidade". E continua " A folia iniciava-se palidamente, a partir das 16 horas do sábado. O comércio havia fechado suas portas ao meio-dia. Mas, à tarde, algumas casas abriam uma das portas, para a venda de lança-perfumes, confetes e serpentinas. Vendedores autônomos espalhavam pelas calçadas máscaras, bonés, colares, papais-sacode, apitos, línguas de sogra, saquinhos de confetes e outros artigos carnavalescos".
Já Luiz Antônio Barreto, em artigo escrito no Jornal Gazeta de Sergipe, informa que " Nas ruas o povo assistia, se incorporava ou participava diretamente dos desfiles dos blocos. Os automóveis cheios de gente correm as ruas num vai e vem constante. Os clubes realizavam os bailes. No passado o Club dos Diários, o Cinema Rio Branco(Rua João Pessoa), o Recreio Clube(Praça Olimpio Campos), mais tarde o Sergipe(Av. Ivo do Prado), o Aracaju, o Cotinguiba(Av. Augusto Maynard), o Vasco, o Clube dos Comerciários, o SEMA (ou Cema)?, a Associação Atlética, a Rádio Difusora, O Iate, locais dos bailes carnavalesco, para todas as classes".
No Jornal Correio de Aracaju nr. 2.810 de 19 de fevereiro de 1920, encontramos a seguinte comunicação a respeito do Carnaval em Aracaju:
"A guarda da frente, compunha-a a comissão que promoveu o carnaval deste anno, e que vinha montada em bellos cavalos de raça. O intinerario percorrido foi o das ruas de Pacatuba, Barão, Laranjeiras, Avenida Rio Branco, praças de Palácio, Coronel José de Faro e da Matriz, ruas de Santo Amaro, Laranjeiras, Avenida Rio Branco, Largo do Palácio, rua do Barão, demorando-se em frente do palacete da Assembléa". Bailes de máscara e concursos de fantasias eram realizados no Cinema Rio Branco (Rua João Pessoa), conforme anúncio do Correio de Aracaju nr. 2.802 de 07 de fevereiro de 1920:
" O theatro Rio Branco abre hoje o seu cyclo de alegria Carnavalesca. É um estonteante baile masque que as dez horas da noite povoará de ruídos o vasto recinto"
Nas décadas de 70 e 80 o Carnaval de Aracaju acontecia na "Praça do Povo"(Em frente ao Palácio Olímpio Campos e depois na Travessa José de Faro), nos Clubes, nas ruas, até o amanhecer da Quarta-feira de Cinzas na orla da Praia de Atalaia, quando os calhambeques(Carros velhos pintados com cores carnavalescas, geralmente Opala, Dodge Dart e Galaxie) iam dar os chamados "cavalos de pau". O público vibrava com as manobras perigosas. Nesta época também era comum sair pulando em cima de carretas (geralmente da Transportadora Sergipana) com os foliões vestindo as tradicionais "mortalhas". A carreta era preparada com cordas laterais para os foliões não caírem e uma banda improvisada tocava marchas de carnaval. A carreta ia circulando pelas ruas de Aracaju e até para a Praia de Atalaia. Aos poucos o Carnaval de Aracaju veio sofrendo influências do ritmo baiano do Trio Elétrico e do Axé music. Os clubes fecharam as suas portas e o autêntico Carnaval ficou somente na lembrança.

Esperamos que o Carnaval de rua volte a Aracaju.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

LA CONGA: O CRIME QUE CHOCOU A POPULAÇÃO DE ARACAJU


La Conga.
Revista da Associação Sergipana de Imprensa nr. 06 - 1961.


Diariamente somos surpreendidos com notícias sobre a violência no Estado de Sergipe e em particular na cidade de Aracaju, veinculadas através dos meios de comunicação. Aracaju que já foi considerada uma cidade tranquila, torna-se cada dia mais parecida com as grandes capitais do Brasil. Na década de 60, como eram poucos os casos de violência em Aracaju, o assassinato de um menor chocou a população aracajuana:


O Caso La Conga


No dia 1º de maio de 1961, Antonio F. de Macedo, (Ex-Cabo do Corpo de Bombeiros e sapateiro) conhecido por La Conga, com a ajuda de sua companheira Edite M. de Jesus, assassinou o menor Carlos Werneck e enterrou o corpo em um areal nas proximidades do atual Instituto de Educação Rui Barbosa.
Segundo os Jornais da época, o crime chocou a população aracajuana e foi motivado por desentendimentos entre Antonio F. de Macedo (La Conga) e o pai de Carlos Wernek.
O corpo foi achado em adiantado estado de putrefação por pessoas que retiravam areia do local. Ao se depararem com o mesmo, procuraram as autoridades policiais. A Polícia e o Corpo de Bombeiros do Município procederam a retirada do corpo e chegaram a conclusão de que se tratava do menor Carlos Werneck. Segundo relatos, La Conga e sua companheira atraíram o menor para o quintal de sua residência, na Rua Santa Catarina - Bairro Siqueira Campos, lá taparam a boca do menor, deram uma cacetada e logo após o estrangularam. Inicialmente o corpo foi escondido em um armário e somente altas horas da madrugada é que foi levado para o areal, enrolado em uma esteira, e logo após enterrado.
La Conga, que trabalhava como sapateiro, teve o cuidado de passar uma tinta no objeto que deferiu o golpe na cabeça do menor. Com o passar do tempo, durante as investigações, foram encontradas manchas de sangue no armário e uma baleadeira que pertencia ao menor. Com estas provas, a Polícia não teve dúvidas da autoria do crime.
A solução do crime e a condenação dos criminosos, foi acompanhada pela população de Aracaju, através de jornais e do rádio que transmitiu o julgamento. Um dos programas de rádio foi o Calendário, da Rádio Liberdade, que era apresentado pelo locutor Santos Mendonça.
La Conga não era réu primário e foi condenado a 30 anos de reclusão e sua companheira a 21 anos.


La Conga faleceu em casa, vítima de um ataque cardíaco no ano de 1976, conforme noticiou o Jornal Gazeta de Sergipe nr. 5.412 de 23/04/1976.

Em 2008, na 8ª edição do Curta-SE - Festival Ibero-Americano de Curtas-Metragens de Sergipe, foi apresentado um Documentário cujo título era : Você Conhece La Conga?, de Sérgio Borges, que narra relatos de parentes da vítima e de pessoas que acompanharam o caso.





Fontes: Jornal Gazeta de Sergipe nr. 1019 - 17/07/1961.


Jornal Gazeta de Sergipe nr. 1020 - 19/07/1961.


Revista da Associação Sergipana de Imprensa nr. 06 -1961.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

PROCISSÃO DO BOM JESUS DOS NAVEGANTES


Vista parcial da Igreja do Santo Antonio durante a Missa em homenagem ao Bom Jesus dos Navegantes.
Foto: José de Oliveira B. Filho.


Chegada da Imagem do Bom Jesus dos Navegantes - Igreja do Santo Antonio.
Foto: José de Oliveira B. Filho.


Fiéis conduzem em Procissão a Imagem do Bom Jesus dos Navegantes até a Igreja do Santo Antonio.
Foto: José de Oliveira B. Filho.


Desembarque da Imagem do Bom Jesus dos Navegantes - Ponte do Imperador - 01/01/2010.
Foto: José de Oliveira B. Filho.




Desembarque da Imagem do Bom Jesus dos Navegantes - Ponte do Imperador - 01/01/2010.
Foto: José de Oliveira B. Filho.




Embarcação conduzindo a Imagem do Bom Jesus dos Navegantes.
Foto: José de Oliveira B. Filho.




Imagem do Bom Jesus dos Navegantes sendo conduzida em Procissão fluvial pelo estuário do Rio Sergipe - 01/01/2010.
Foto: José de Oliveira B. Filho.




Fiéis ao longo das Avenidas Rio Branco e Ivo do Prado.
Foto: José de Oliveira B. Filho.




Fiéis acompanham a Procissão do Bom Jesus dos Navegantes - 01/01/2010.
Foto: José de Oliveira B. Filho.





Procissão do Bom Jesus dos Navegantes.
MELINS, MURILLO. Aracaju romântica que vi e vivi. Anos 40 e 50. 3ed. Aracaju: Unit, 20076.




Procissão do Bom Jesus dos Navegantes.
Praça Fausto Cardoso e a Ponte do Imperador.
Fonte: Arquivo Público da Cidade de Aracaju.




Procissão do Bom Jesus dos Navegantes.
Fonte: Arquivo Público da Cidade de Aracaju.




No dia 1º de janeiro é realizada em Aracaju a Procissão do Bom Jesus dos Navegantes. No início a Procissão percorria várias ruas do centro da cidade, como informa o Diário Oficial nr. 1207 de 12 de janeiro de 1924:

" A comissão de festas de 1 de Janeiro, ainda uma vez, vem pedir aos catholicos por onde tem de passar a Procissão de Bom Jesus, amanhã, para ornamentarem as ruas que abaixo publicamos: Rua de Itabaiana, Praça Pinheiro Machado, rua do Angelim, Bairro Presidente Barbosa(antiga Fundição), Praça Fausto Cardoso, rua de Japaratuba, rua Divina Pastora e Avenida Santo Antonio".

Após este intinerário, dirigia-se até o ponto de embarque, do qual, barcos enfeitados saíam para percorrer o estuário do Rio Sergipe.
Atualmente, a Procissão com a imagem de Bom Jesus dos Navegantes sai da Catedral Metropolitana em direção ao Bairro Industrial, onde é colocada em uma embarcação. Na Procissão fluvial percorre um trecho do Rio Sergipe, acontecendo o desembarque na Ponte do Imperador. A partir deste momento a imagem é conduzida em Procissão até a Igreja de Santo Antonio, onde ocorre uma missa.





















terça-feira, 22 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL E UM ANO NOVO CHEIO DE PAZ, SAÚDE E ALEGRIA


Catedral Metropolitana de Aracaju.
Foto: José de Oliveira B. Filho.




Igreja de Santo Antonio - Colina do Santo Antonio.
Foto: José de Oliveira B. Filho.






Palácio Inácio Barbosa - Prefeitura Municipal de Aracaju.
Foto: José de Oliveira B. Filho.




Um feliz Natal e um Ano Novo cheio de muita paz, alegria, saúde e realizações.



FELIZ 2010.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O OFÍCIO DO HISTORIADOR

"A destruição do passado, ou melhor, dos mecanismos que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas, é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso, os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca no fim do segundo milênio".
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 13.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO PADROEIRA DA ARQUIDIOCESE DE ARACAJU


Cartaz da Festa - 2009.







O Dogma da Imaculada Conceição foi proclamado pelo Papa Pio IX em 1854 com a Bula Ineffabilis Deus. O Dogma afirma que Maria de Nazaré nasceu isenta do Pecado Original e não se deixou corromper pelo mal do mundo, como fruto do pecado original, isto é, o mal que atinge a todos os homens e mulheres.
Esta solene definição pontifícia foi resultado de um desenvolvimento da devoção popular aliada a intervenções papais e infindáveis debates teológicos. O calendário romano já incluíra a festa em 1476. Contudo, no sétimo século esta celebração já existia no Oriente. Em 1570, Pio V publicou o novo Ofício e em 1708 Clemente XI estendeu a festa, tornando-a obrigatória a toda cristandade. Em Portugal, o culto foi oficializado por Dom João IV, primeiro rei da dinastia de Bragança, que fora aclamado em 1º de dezembro de 1640, quando se iniciava a oitava da festa da Imaculada Conceição. Seis anos depois, com a aprovação das Cortes de Lisboa, o rei dedicou à Virgem Imaculada o reino português.
No Brasil existem cerca de 533 paróquias dedicadas à Virgem Imaculada. A primeira imagem chegou em uma das naus de Pedro Álvares Cabral.
Os Frades Menores Franciscanos foram os propagadores dessa devoção. O culto teve início ma Bahia em 1549, quando Tomé de Souza chegou em Salvador trazendo uma escultura da Santa. Ela foi a protetora de nosso país no período colonial e foi proclamada Padroeira do Império Brasileiro por Dom Pedro I. Já no despontar do século XX, com o advento da República, o título cedeu lugar a Nossa Senhora Aparecida, qu é uma antiga imagem da Imaculada Conceição encontrada nas águas do rio Paraíba do Sul.
Nossa Senhora da Conceição é Padroeira da Arquidiocese de Aracaju e a festa em sua homenagem acontece no dia 8 de dezembro, com missas e procissão.



Texto baseado em artigo do site http://www.arquidiocese.aju.org.br/
e do Fascículo Especial do Jornal Cinform edição 1286 de 03/12/2007 - Santas e Santos padroeiros do povo sergipano.









sábado, 5 de dezembro de 2009

TÔ TE AJEITANDO


O popular e querido "Tô te ajeitando" na velhice.
Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.090 - 23/24/05/1982.



"Tô te ajeitando" em seu traje típico.
MELINS, Murillo. Aracaju romântica que vi e vivi. Anos 40 e 50. 3ed. Aracaju:Unit, 2007.

Geralmente em cada cidade, por maior ou menor que ela seja, existe um ou mais tipos populares. Em Aracaju não foi diferente. Vários existiram, porém, um em especial chamou atenção por ser bastante conhecido e querido: Tô te ajeitando, cujo nome de batismo era Domingos Correia da Silva, nascido no dia 15 de maio de 1907, em Alagoas. Segundo Murillo Melins, ele tinha baixa estatura, branco, raquítico, olhos azuis, rosto esquálido e sempre trajando paletó, gravata e camisa de cores berrantes. Vivia por conta própria, fazendo propaganda de casas comerciais ou vendendo bilhetes da Loteria Federal, expostos em uma pequena vitrine, segura por correia presa ao próprio ombro. Ainda segundo Murillo Melins, Tô te ajeitando morava sozinho e não contava nada de sua vida. Nos últimos anos de sua vida, pouco enxergava.
Para o Pesquisador e Jornalista Luís Antônio Barreto, "Tô te ajeitando" sempre foi um homem de mistério. Um desafortunado que vendia sorte, vendia loteria. Um tipo popular útil à sociedade, com seu ponto comercial. Segundo Osmário Santos, no seu livro "Oxente! essa é a nossa gente", consta que Luís Antonio Barreto e Marcos Prado Dias chegaram a documentar a vida de "Tô te ajeitando" em filme.
Mas e o apelido, veio de onde? Segundo entrevista do próprio "Tô te ajeitando", concedida a Jorge Lins de Carvalho, no Jornal Gazeta de Sergipe nr. 7.090 de 23/24/05/1982, o apelido veio de uma moça que ele paquerava nas Festinhas de Natal no Parque Teófilo Dantas, e que trabalhava em um dos bares que lá existia. Quando perguntavam para ele se já tinha conseguido namorar a tal moça , ele respondia tô ajeitando, tô ajeitando. Ele tinha outro apelido que não gostava, que era o "Macaca de Maiô".
À época desta entrevista, "Tô te ajeitando" morava em uma casa na Avenida Desembargador Maynard.